PESSOAS / José Cunha


José Cunha
39 anos, Lisboa,
Fotógrafo e designer da Sonda design que tem atelier em pleno Bairro Alto, na Rua da Atalaia.


Quais os teus locais preferidos do Bairro Alto?
Parece-me que nunca existiram tantos sítios diferentes no Bairro Alto como nos dias de hoje. Ainda assim gostava de destacar alguns que desapareceram: As lojas de discos Supafly (pela inúmera música que me deu a conhecer através do Mr. Cheeks) e Sofuno (pela selecta selecção musical). Ainda o espaço A Capital quando os Artistas Unidos a ocupavam por volta do ano 2000 e o Jardim Botânico que não estando dentro do bairro está mesmo ali ao lado e é uma espécie de retiro da cidade.

O que torna o Bairro Alto e a sétima colina de Lisboa tão especiais?
As vistas dos Miradouros de São Pedro de Alcântara e de Santa Catarina. A elevada quantidade de pessoas na rua à noite, um hábito que só parece existir nesta zona da cidade. Estar na rua e viver os espaços públicos exteriores não é um costume português.

Sendo artista, como descreverias esta zona da cidade, sabendo que existe uma forte ligação às artes?
Existe uma grande concentração de galerias, ateliers, bares, livrarias que são ponto de encontro para artistas. A boémia, o bairrismo e o facto de estar a dois passos do centro da cidade promovem este ambiente que já existe à várias décadas.

Foto:
Miguel Pedro Couceiro




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