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22 de Março de 2014

Charles Chaplin - a não perder no São Carlos



O Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa, celebra duas efemérides que convergem numa única figura: o 125.º aniversário de Charles Chaplin — que viu a luz do dia em Londres, a 16 de abril de 1889 — e o 100.º aniversário de The Tramp (“O Vagabundo”), conhecido na Europa por Charlot.

Fazemo-lo com uma iniciativa verdadeiramente inédita: a exibição de obras-primas do grande ator, realizador, produtor, escritor e compositor, acompanhadas pela Orquestra Sinfónica Portuguesa, sob a direcção de Timothy Brock.

Este ciclo presta homenagem não só ao talento cinematográfico do genial criador de Charlot, mas também à sua paixão pela música e, em particular,
à sua admiração pela ópera. “Nada é mais aventuroso e excitante do que ouvir as músicas que compusemos, tocadas pela primeira vez por uma orquestra”, afirmou um dia Chaplin. Robert Meredith Willson, o perito em arranjos orquestrais que com ele trabalhou diversos anos, testemunhou a intensidade desse envolvimento do autor na criação das partituras: “Ficava constantemente fascinado com a atenção que dava aos pormenores, com a sua sensibilidade em relação à frase musical ou ao tempo mais adequados para exprimirem as emoções que pretendia transmitir”.

Os filmes Carmen, de Cecil B. DeMille e Carmen de Charles Chaplin abriram o ciclo, esta sexta-feira, 21 de março, às 20 horas — Timothy Brock, maestro e compositor especialista em música de cinema mudo e, particularmente, em música dos filmes de Charles Chaplin, dirige a Orquestra Sinfónica Portuguesa em todo o ciclo. Timothy Brock assina, logo no dia de abertura, a música de Carmen Burlesque, de Charles Chaplin — razão fortíssima para assistir ao primeiro dia deste ciclo; igualmente aconselhável, o segundo dia, a 23 de março, domingo, às 16 horas, com The Circus, O Circo, de Charles Chaplin; na semana seguinte, a 28 de março, às 20 horas, City Lights / Luzes da Cidade, de Charles Chaplin; e a encerrar o ciclo, a 30 de março, às 16 horas, Kid Auto Races at Venice, de Henry Lehrman e Modern Times / Tempos Modernos, de Charles Chaplin.








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